alexandre_simoni's Reviews
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Fuhrmann Hot Rod Distortion - Um "distortion low gain" perfeito para classic rock!
Um breve review do pedal brasileiro de distorção, da empresa Fuhrmann, o Hot Rod Distortion.
Embalagem / Acabamento: o pedal venho numa embalagem de papelão e abrindo-a, o pedal é coberto por um pano fino com o logo da empresa. Demonstrou muito capricho. O Hot Rod Distortion, assim como todos os pedais da Furhmann, apresentam um visual robusto, confiável e com uma certa vibe retrô, talvez muito por seus knobs "cabeça de galinha". Há ainda pinturas específicas para cada modelo, que neste caso há uma pintura em branco de um carro antigo "envenenado", ao melhor estilo "Hot Rod". Combinou muito bem com os knobs brancos e o chassi vermelho.
Controles e alimentação: é um pedal com os clássicos três knobs "Level, tone e drive. A alimentação é de 9v, por bateria ou fonte externa (não inclusa).
Timbres: O controle Level é o volume do pedal, atuando muito bem em todos os estágios. Me chamou a atenção o volume deste pedal, fazendo com que ele possa ser utilizado como um booster. O knob Tone regula a tonalidade do pedal e também me chamou muito a atenção, pois todos seus ajustes podem ser utilizados, não ficando totalmente fechado nem parecendo um mosquito do inferno, usando os dois extremos. Pode mexer nesse controle sem medo! Por último, o controle Drive traz toda a distorção oferecida pelo pedal. É nesse controle que está a grande sacada. Para ao meu ver, esse pedal é um "distortion low gain". Diferente de overdrives, ele não é tão cremoso, é mais áspero, porém ele te oferece de timbres suaves com uma pitada de maldade até distorções clássicas. Também é uma excelente opção para booster, desde que não seja um booster 100% limpo, pois mesmo com o drive zerado, ele acrescenta um pouco de sujeira.
Resumo: O Hot Rod Distortion é um pedal para rock clássico, sem dúvidas. Mas também pode ser usado para booster ou empurrar um amp já com drive. Não espere distorções muito pesadas com este pedal. A própria Fuhrmann oferece pedais destinados para este fim. Este Hot Rod Distortion é classic rock! E faz isso com excelência!
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Fender Telecaster Blacktop HH
Review feito no fórum Guitarcorner www.guitarcorner.com.br
Fala pessoal!
Tô fazendo meu primeiro review por aqui. Espero que não esqueci de nada...
Acabamento: ao tirar a guitarra do bag em que ela venho (bag não original), percebi que é uma guitarra séria. Ao ver ela no site da Fender e em outras fotos, ela me pareceu escura demais (especialmente a minha, que é na cor preta e a escala é de rosewood), porém o escudo com um pequeno frio branco, captadores e ferragens cromadas aliviam bastante essa sensação de instrumento "dark". Ou seja, ao vivo ela é realmente muito linda. A guitarra é de 2011, ou seja, muito nova. Virei ela de cabeça p/ baixo p/ ver se tinha alguma falha ou dano do seu pouco tempo e não encontrei nada. Ponto para a Fender e principalmente para seu antigo dono.
Componentes: diferente das Teles tradicionais, destaco a ponte tipo "hardtail", fixada ao corpo com as cordas atravessando-o. Também destacam-se os knobs, estilo "Amps Vintage". Achei estranho quando vi no site, mas agora não imagino ela com os knobs tradicionais. A posição deles também é diferente das Teles tradicionais, sendo da esquerda para a direita: seletor de captadores, tonalidade master e volume master, enquanto nas Teles tradicionais são tonalidade master, volume master e seleção de captadores.
Olhando no site da Fender, pude constar suas especificações, como: - Corpo: Alder - Braço: Maple - Escala: Rosewood - Trastes: Medium Jumbo - 22 casas - Captadores Hot Vintage Alnico Humbucking
Tocabilidade: achei a guitarra extremamente confortável. Seu braço com shape em "C" e seus trastes Medium Jumbo cooperam muito. Não sou muito fã de trastes muito largos, portanto me adaptei facilmente a tocabilidade dela, tanto para fazer bases quanto a solos. Também é muito boa para usar slides.
Timbres: apesar dela ser uma guitarra com dois humbuckers, você consegue alguns sons característicos de Tele, principalmente quando usa a posição do meio do seletor de captadores, selecionando os dois pickps. Você consegue isso graças a saída relativamente baixa dos dois pickups. O timbre limpo deles é muito bom, com bastante corpo. O da ponte não tem aquele som estalado da Tele (se vc busca isso, peque uma Tele tradicional), já o do braço oferece um som ainda mais gordo, ficando muito bom com dedilhados e/ou acordes. Ligando ela com drive, você nota que ela tem muita definição. O timbre dela é bem preciso, tipo... ela sabe onde quer chegar e chega lá. O captador da ponte tem muito corpo, mas não tem tanta saída (o que eu adoro). Já o do braço é muito bom para solos. Muitos podem achar que eles possam ter uma saída um pouco maior, mas isso é questão de gosto pessoal. Posso até pensar em trocar os captadores posteriormente, mas não quero mudar a "vibe" dela, ou seja, colocaria captadores melhores mas também de baixa saída. Mas por enquanto, tô gostando muito desses captadores. Não é uma troca que você tem que fazer ao adquirir essa guitarra, penso eu.
Resumo: ela é uma Tele do mal. Tem características de Les Paul, mas seu timbre não é de Les Paul, mas sim de uma Tele malvada, bandida (no bom sentido). Achei uma guitarra excelente para tocar blues, pop, rock e até metal (não muito extremo). Para country e funk, pode não trazer os timbres característicos de Tele.
Vou tentar gravar alguma coisinha quando for ensaiar, aí demonstro p/ vcs.
Abraço!
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Belo review, alexandre. Tenho essa guita que comprei há 2 anos em Edimburgo e acho ela genial. Sinceramente, prefiro ela do que minha Ultra III e até mesmo a DG335.

